quarta-feira, 31 de julho de 2013

Amanhã é dia de bolo!


Porque há dias que são compridos demais, complexos demais, cansativos demais e nos sugam quase todas as forças! Há dias em que nos interrogamos, que ficamos tristes e quase nos apetece desistir! Há dias em que aquilo porque lutamos, que acreditamos, se parece desvanecer e ficamos à tona, náufragos numa maré de devaneios alheios, procurando incessantemente o melhor sentido a seguir.

Mas não se desiste! Porque mesmo nestes dias, mesmo nestes momentos, nestas alturas mais perturbadas, está sempre lá alguém que nos motiva, que nos inspira, que nos faz rir e nos ajuda a acreditar e a seguir em frente. E é por essas pessoas, e por nós, que temos a certeza que vale a pena, que estamos a dar o melhor de nós e que não saberíamos fazer de maneira diferente.

Sem substituir, mas recordando colegas inspiradoras, amanhã é dia de bolo no serviço. Porque felizmente há pessoas com quem temos a sorte de poder partilhar os momentos menos bons, mas também, e principalmente, os que são mesmo bons!

domingo, 28 de julho de 2013

Dos dias felizes ...


O fim-de-semana começou bem, aliás não podia ter começar melhor, com uma espécie de antecipação, visto que na sexta se ficou por casa. Mas melhor, muito melhor, foi a surpresa de quinta-feira, logo à saída do serviço, com um passeio de final de tarde por Lisboa e um jantar inesperado na Tasca do Povo. Nada como uma mulher queixar-se um pouquinho, revelar que por vezes se sente cansada de jantar sozinha, para ter a melhor das companhias para jantar. J

Está-se bem na Tasca do Povo, um dos lugares do renovado Cais do Sodré. Aqui sentimo-nos em casa, no ambiente familiar e acolhedor das tascas tradicionais, com petiscos tradicionais e com sabor à comida caseira das casas portuguesas, acompanhados pela boémia do fado vadio. E que bem se está na esplanada nestas noites de Verão, deliciando-nos entre uma salada de polvo, umas pataniscas e um copo de vinho tinto. No final, ao pedirmos a conta, um postal recorda-nos que o “O Povo tem sempre razão”. Verdade esquecida nos tempos de atuais.


E assim recebemos o fim-de-semana, com a tranquilidade dos dias compridos e preguiçosos, compostos por pequenos-almoços tardios, sestas e passeios ao final da tarde, sessões de culinária e de cinema. Fiz o meu primeiro gelado, de frutos vermelhos, sem gordura, nem açúcar, bem bom e uns pêssegos grelhados, com manjericão e mel, uma delícia.
                                       Receita e imagens: Tapas na Língua

Mais uma vez apetece-me citar palavras “que podiam ser minhas”. Estas do meu blog preferido de todos os tempos, o da querida Sofia, que não conheço, mas que me consegue inspirar todos os dias!

“Gosto de acreditar que tenho a capacidade de continuar a sonhar porque passo do sonho à acção. Porque dou corpo e voz aos meus sonhos e não desisto por nada. Gosto desta força impulsionadora que se chama felicidade. E que é um risco. É? É, é mesmo. Mas todos nascemos prontos a arriscar. E muitas vezes aquilo que nos trava, que nos faz hesitar na hora de dar o passo decisivo para a mudança (seja ela de que natureza for) chama-se preguiça. Outras vezes chama-se opinião dos outros. E tantas outras (muitas, muitas outras) medo. Muito medo de ser verdadeiramente feliz. Porque dá muito mais trabalho querer ser estupidamente feliz. E dá ainda mais trabalho não desistir por nada desta felicidade simples.”

 Retirado do Às nove no meu blog

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Porque às vezes há palavras que podiam ser nossas..

"Uma grande história de amor constrói-se todos os dias e cresce devagar, como uma árvore. E para crescer bem, tem de ser regada, adubada, podada, mimada. A base do sucesso no amor está assente em dois segredos: reciprocidade e dedicação. É preciso que o nosso amor saiba que estamos sempre ali para ele, para o que der e vier, que não falhamos, que somos fortes como rochas e que os nossos braços são ...o porto de abrigo mais desejado.
Riso, confiança, entendimento, segurança e intimidade. Nada destas coisas se compra ou se adquire por decreto, apenas por mérito. Com persistência, com consistência, com disciplina e sobretudo com muita vontade. O tempo é o nosso maior aliado, porque, tal como a cozinha precisa de tempo, se o nosso amor tem tempo para nós, então podemos ir juntos até ao fim do mundo, mesmo que o fim do mundo seja no extremo do jardim onde há salsa, hortelã e orégãos frescos para temperar os dias, todos os dias que quisermos, até ao fim da nossa vida."

Margarida Rebelo Pinto
 
 
 
 
 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Hoje janto sozinha!

Vivo sozinha! Gosto de viver sozinha! Sempre gostei da minha independência, da minha liberdade, de poder escolher, fazer as coisas à minha maneira. Claro que não quero, espero que não aconteça, ficar toda a vida assim! Na verdade, por vezes dou comigo a sonhar com uma família grande, com muita gente, barulho, confusão, com muito calor humano para compensar a minha família, pequenina e dispersa por aí. Mas até lá, que bem que me sabe esta solteirice, esta oportunidade que a vida me deu de ser apenas eu.
Porém, há aqueles momentos em que sinto um aperto no peito e tenho de forçar para não me desmoronar e deixar cair a fortaleza que vou construindo dia a dia. Claro que sabe bem perceber que conseguimos resolver e ultrapassar os vários obstáculos que a vida nos coloca, que somos auto suficientes e que estamos a crescer e a tornarmo-nos mais fortes e adultos. Mas caraças, custa termos que jantar sozinhos quase todas as noites; raramente ter alguém que nos vá buscar ao aeroporto ou que nos espere em casa depois de uma viagem; termos que ser nós a resolver todos os pequenos dramas domésticos e não haver ninguém para culpar dos desastres ou más opções que tomamos (J); ter aquela sensação de andarmos um bocadinho deslocados e viver balançando entre a felicidade de pudermos chegar à nossa casa, àquele cantinho só nosso de paz e harmonia, mas sabendo que ao abrirmos a porta a luz estará sempre apagada.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Dos amores incondicionais

Na nostalgia de um dia de praia sem sol, passeio tranquilamente à beira mar e penso no amor cúmplice e incondicional de irmãos - parabéns mano; nos últimos oito anos dedicados de coração ao serviço publico e nas incertezas do futuro.
Incertezas que parecem não ocupar lugar no telefonema que recebo!  Sabe bem ouvir alguém dizer que se sente especial por continuar a sentir hoje o mesmo que há 16 anos, quando me viu pela primeira vez! Sabe bem ter alguém que não tem incertezas nos seus sentimentos, que está connosco incondicionalmente! 





sexta-feira, 12 de julho de 2013

Dar o melhor de nós!


Ultimamente não tenho tido tempo para escrever. Surgem mil e uma ideias, os temas são mais que muitos, mas a correria dos dias, o acumular e atropelar das coisas a fazer e, por fim, o cansaço sobrepõe-se à coragem de chegar ao final do dia e conseguir alinhar as ideias em frente ao monitor.
Sou invadida por esta sensação de incapacidade, quase impotência, de querer fazer tudo, responder a várias frentes ao mesmo tempo e, obviamente, não ser capaz. Acabo por ter que priorizar, mas fica sempre aquela sensação de estar em falta. Com algo ou alguém, a sensação de não corresponder ou responder a todas as expectativas que têm de mim. Esqueço-me com frequência que o mais importante é estar de bem comigo mesma, saber, ter a certeza que estou a dar o meu melhor, que todos temos as nossas limitações e que aqueles que verdadeiramente gostam de nós vão estar sempre lá, a apoiar-nos e sabendo que nós damos o nosso melhor. Apesar desse melhor por vezes quer parecer que é pouco, que sabe a pouco.
O saber a pouco, tão diretamente relacionado com a tão frequente sensação de culpa, culpa que nos invade por não responder e agradar a todos. Culpa por não sermos super-heróis, culpa da tão natural limitação humana.
Na aprendizagem da vida aprende-se quão inútil e negativa é essa culpabilização. Que o que realmente importa é viver cada momento, dar o melhor de nós onde e com quem estivermos, que haverão outras alturas para lugares e pessoas diferentes. Mas onde estamos devemos estar inteiros. Só assim é que a vida nos pode responder de volta, revelando todas as suas surpresas e múltiplas possibilidades de caminho a seguir.
Hoje vou de férias. Vou tranquila, certa que irei partilhar o meu tempo com pessoas realmente importantes, mas sobretudo segura que estarei todo o tempo comigo mesma. Sou feliz com a companhia, os mimos, a atenção e a partilha dos outros, mas principalmente sou feliz comigo, sabendo que reservei tempo para as minhas coisas, aquelas simples e pequeninas, mas que me dão satisfação e me completam.
Faço planos e espera-me uma semana de praia, com passeios na areia e banhos de mar; uma semana tranquila, com muitas leituras, conversas em volta da mesa, tempo para escrever e para dormir. Assim o espero. Mas se assim não for, se os planos se alterarem, se a vida me surpreender, respiro fundo e abraço com toda a alma o que vier. O importante é dar o melhor de mim, nunca perdendo de vista que somos nós que decidimos como devemos encarar cada momento, seja ele mais positivo ou mais negativo, e sobretudo temos os poder de lutar para que os nossos planos e a vida sigam caminhos cada vez mais paralelos. Nos entretantos temos a felicidade das pequenas coisas de todos os dias!
Bom fim-de-semana!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Escolham Portugal


Alguém que me é muito querido dizia-me há pouco tempo, se tiver de escolher entre o partido e a minha terra, não tenham dúvidas da minha escolha!

Senhores, entendam-se, vamos escolher Portugal!

 
 

Com todo o respeito

Tanta coisa pode ser dita, mas lembrei-me da música do Jorge Palma.
É que realmente parece mesmo que andamos todos a brincar, com todo o respeito!






Entre o caos e o desassossego,
Eixos do mal,
Desordem mundial,
Há tanta gente quilhada.
Com todo o respeito

 
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